Azamigue

Acho que todo mundo tem um amigo que quase nunca vê, acompanha pelo Facebook e pelo blog pessoal, mas que admira demais, que tem lugar marcado no coração, que inspira coisas boas. Eu tenho uma amiga assim.

Tenho saudades de quando a gente trabalhava juntas, e ela me dava caronas pruns eventinhos de blogs para os quais nos chamavam, e a gente ficava falando da vida, dos maridos, dos planos pro futuro. Aprendi tanta coisa bacana com ela… Principalmente sobre viver com paixão, apesar das rasteiras da vida, respeitar as pessoas de verdade, e não só no discurso, deixar gatinhos me fazerem feliz. Ela me ensinou que nunca é tarde pra mudar totalmente de rumo nessa vida, nem pra se arrepender da decisão e mudar de novo.

Ela veio aqui em casa uma vez e eu fiquei super feliz, mas, tonta que sou, não retribui a visita. Sorry! Mas ó, nessa vida tão sem tempo pra nada, eu sempre tenho tempo pra ler as últimas do blog dela. Pra falar a verdade, sorrio sempre que o Reader aponta que tem post novo. Hoje não é niver dela nem nada, mas sei lá. Senti vontade de compartilhar isso.

Acho que é porque considero esse tipo de amizade super importante quando minha rotina fica tão antissocial (será que esse “s” dobra na nova ortografia?). É aquele tipo que agrega, sabe? Me faz querer ser uma pessoa melhor, que me faz sentir coisas boas, que me deixa numa vibe feliz.

Às vezes, diante de alguma situação difícil, algum desafio, me pego pensando: o que ela faria? O que ela pensaria do que eu decidi fazer? Ela e outras queridas e queridos que são assim, meus amigos de longinho, do coração, da vida.

Tem gente que a gente consegue ter por perto, e é maravilhoso. Mas tem aqueles que nem por não saberem que mudei o corte de cabelo deixam de ser essenciais.

Sou agradecidíssima a Deus por colocar pessoas assim no meu caminho. Acho que tenho sorte.

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